Purificatta - Notícias

Domingo, 10/12/2017. Boa noite! Seja bem-vindo(a)!

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Notícias

Filtro de água para uso coletivo

Já pensou em ter uma fonte de água filtrada em seu condomínio?

Com a máquina de água da Purificatta, você pode até mesmo solicitar um teste cortesia e após o prazo de teste os condôminos votam em assembleia pela locação do equipamento.

Veja abaixo o que você tem a ganhar com nosso equipamento de purificação de água:

Teste grátis

Oportunidade de trabalho

Trabalhe conosco

Processo de filtragem de água Purificatta

Conheça um pouco sobre o processo de filtragem de água das máquinas da Purificatta! Nossos equipamentos possuem certificação máxima junto ao Inmetro em retenção de partículas, redução de cloro e eficiência bacteriológica!
 

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Filtros convencionais vs máquina Purificatta

     Diferenças entre os filtros convencionais e a máquina Purificatta, você sabe quais são?

 

      Muitas pessoas adquirem um filtro residencial com o intuito de trazer mais qualidade para sua água, o que muitas vezes não é o suficiente pois o processo de filtragem na maioria desses equipamentos é limitado.
A máquina da Purificatta tem processos de purificação com certificação máxima junto ao Inmetro em retenção de partículas, redução de cloro e eficiência bacteriológica, garantindo uma água de alta pureza para todos.

      Conheça as diferenças entre os filtros de água comuns e a estação de água da Purificatta na imagem abaixo:

      Além da alta complexidade do processo de purificação da água do equipamento, ele conta com outras vantagens, sendo que o custo da água é muito reduzido se comparado a água mineral e até mesmo se considerar os valores atuais de aquisição e manutenção de equipamentos para tratamento da água.

      Utilizando a máquina de tratamento de água da Purificatta você não precisa se preocupar com a manutenção e trocas de filtro, nós fazemos isso por você!

      Inscreva-se neste link:

http://purificatta.com.br/multimidia

e receba mais informações e novidades sobre a Purificatta.

 

Purificatta e Sanecco

ÁGUA RIQUEZA MUNDIAL

Por muito tempo , forjou-se a idéia de que um dos indicadores mais seguros de riqueza de uma nação era o tamanho das reservas de petróleo em seu subsolo.

Atualmente, economistas, empresas e políticos começam a levar em conta outro tipo de líquido para determinar a prosperidade futura desse ou daquele país: a água.
Em tese, ela é mais abundante que o petróleo - 70% da superfície do plane¬ta são coberta por esse líquido fundamental para a existência de qualquer tipo de vida, o que equivale a aproximadamente 1,5 bilhão de quilômetros cúbicos de água.
A complicação é que menos de 1 % desse volume é apropriado para ser bebido ou usado na agricultura. Nos últimos setenta anos, a população do planeta triplicou enquanto a demanda por água aumentou seis vezes.
Estima-se que a humanidade use atualmente 50% das reservas de água potável do planeta. Se o padrão atual de consumo for mantido, serão 75% em 2025. Esse índice chegaria a 90% se os países em desenvolvimento alcançassem consumo igual ao dos países industrializados.
Do ponto de vista econômico, água e petróleo pertenciam, até bem pouco tempo atrás, a categorias com valores incomparáveis.
O combustível é um resíduo fóssil, que existe em quantidades esgotáveis e cuja extração requer investimentos pesados.
A água é um recurso renovável pelo ciclo natural da evaporação/¬chuva e distribuído com fartura na superfície do planeta. Ocorre que a intervenção humana afetou de forma dramática o ciclo natural de renovação dos recursos hídricos.
Mais da meta¬de dos rios está poluído pelos despejos de esgotos, resíduos industriais e agrotóxicos.
Estima-se que 30% das maiores bacias hidrográficas perderam mais da metade da cobertura vegetal original, o que levou à redução da quantidade de água.
Nove de cada dez litros de água utilizados no Terceiro Mundo são de-volvidos à natureza sem nenhum tipo de trata¬mento. Por causa disso, o conceito de água como uma dádiva inesgotável e gratuita da natureza é coisa do passado.
Hoje há tecnologia para a reciclagem de água. A cidade de Durban, na África do Sul, por exemplo, trata o esgoto doméstico e re¬vende a água para uso industrial. Isso significa uma economia de 10% do volume de água utilizado.
Também é preciso diminuir a captação dos lençóis freáticos, que estão sendo exauridos além da capacidade de recuperação.
Uma coisa é certa: a água é uma mercadoria de valor crescente, que diga São Paulo neste exato momento.
Estima-se que a indústria encarregada de captar a água das fontes, entregá-la na torneira do consumidor e tratá-la antes que volte para a natureza movimente 400 bilhões de dólares, entre ¬empresas públicas e privadas.
Isso equivale a 40% do setor petrolífero e é 30% maior que o setor farmacêutico.
Como o petróleo no passado, a água está no cerne de um número cada vez maior de tensões internacionais.
A ONU calcula que 300 rios são objetos de conflitos fronteiriços.
Ninguém quer ceder um líquido tão precioso numa região com sede!
Sobre o autor: Roberto Roche ao longo de três décadas consolidou sua experiência exercendo cargos de direção em QSMS-RS e Sustentabilidade em diversos segmentos da economia por mais de 15 países na América Latina, África , Oriente Médio e Ásia .Autor de artigos sobre Sustentabilidade e QSMS-RS , análise de risco socioambiental , crises e emergência ambiental. Possui, MBA/Harvard U., Ph.D./UCLA, MSc/Texas A&M , BSc/ Maryland U. , BSc /UFRJ.

Operação conjunta combate venda de Água Mineral Contaminada

http://gaucha.clicrbs.com.br/rs/noticia-aberta/operacao-combate-contaminacao-em-industria-de-agua-mineral-no-rs-169941.html

17 de Maio dia Mundial da Reciclagem

No Dia Mundial da reciclagem vale a reflexão sobre nosso papel na produção do lixo individual e o coletivo; e como colaborar para reciclar todo esse resíduo acumulado?

A Purificatta traz uma solução para reutilização de embalagens de água, que podem ser reabastecidas nos Purificadores  de água Purificatta.

Dê o primeiro passo, reutilize embalagens, o meio ambiente agradece.

ATENÇÃO

AVISO IMPORTANTE

Para melhorar nosso atendimento mudamos nosso numeros de telefone.

Valorize a Água

Fiema 2016

A purificatta estará presente na Fiema 2016!

Participe

Revista ProTeste avalia purificadores de água

Na edição de setembro/2015 a revista ProTeste, publicação mensal da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor fez um teste de avaliação de purificadores residenciais. Faça download do artigo e entenda PORQUE a Purificatta é uma ótima opção para a água de beber.

Veja a matéria completa no link abaixo:

http://purificatta.com.br/restrito/upload/comparativo.pdf

Equipamento instalado no Condomínio Aparados da Serra

O Condomínio Aparados da Serra já adquiriu a sua fonte de água ilimitada da melhor qualidade por uma taxa mensal, que proporciona uma economia de até 90% para sua família! Compre esta ideia, conheça a Purificatta, leve para o seu condomínio.

Purificatta na Sucesso Bebidas

Purificatta na primeira ditribuidora e comércio de bebidas 24 horas da grande Porto Alegre! Sucesso Bebidas e Purificatta fecham a parceria e o estabelecimento é o mais novo ponto de coleta e distribuição da água de qualidade Purificatta.

Purificatta em Maceió, Alagoas!

A novidade dos maceioenses agora é a nossa água que o povo gaúcho já conhece e aprova, podendo também ver o padrão Purificatta de qualidade que está presente no nordeste do país.

Purificatta ganha destaque na Mídia Gaucha

Com o forte crescimento no estado e também em outros estados do Brasil, o sistema de franquias da Purificatta começa a ganhar atenção dos especialistas do assunto Franquia. Recentemente a Purificatta foi escolhida para uma matéria sobre franquias juntamente com a empresa gaucha Croasonho. Confira a reportagem.

Purificatta Parceira do Primeiro Fontanário da America Latina!

Sonho Realizado! 
Um Projeto de Dom Pedro II criado no início dos anos de 1842 foi realizado nesse mês de outubro em parceria com a Purificatta!
Nesse mês de outubro, a Purificatta juntamente com a empresa Companhia Hidromineral Caldas da Imperatriz inauguraram na cidade de Santo Amaro da Imperatriz em Santa Catarina o primeiro Fontanário da América latina. No local existe a fonte de água mineral Imperatriz, água conhecida mundialmente por sua qualidade e poder medicinal. No início dos anos de 1809 quando a fonte foi descoberta, a mesma passou a ser ponto de abastecimento de água para o povo da região e continua até os dias de hoje. Com o passar dos anos, a água dessa fonte começou a ser conhecida mundialmente como uma água medicinal e por sua popularidade fez com que o local recebesse a visita do Imperador Dom Pedro II e sua esposa Donas Tereza Cristina. Após a primeira visita do Imperador, o mesmo começou a elaborar um projeto para que todos os cidadãos da região pudessem usufruir da água sem longas filas e desperdício da mesma, projeto esse que se manteve de geração em geração. Com o passar dos anos, mais e mais pessoas passaram a procurar o local para a coleta de água e as filas se tornavam mais e mais longas. Atualmente, a empresa Hidromineral Caldas da Imperatriz proprietária da fonte, encontrou junto com a empresa Purificatta a oportunidade de concretizar o projeto que se deu início com o Imperador Dom Pedro II. As empresas se uniram e desenvolveram o Fontanário Calas da Imperatriz, com a tecnologia da Purificatta atingiu-se o tempo de enchimento da bombona de 20 litros em 24 segundos contribuindo para a eficiência da coleta de água. Hoje, com a instalação de 5 janelas de coletas de água, todos podem coletar água na quantia necessária e de uma forma mais rápida e muito econômica. O Fontanário serve para a coleta de água gratuita para o povo de Caldas da Imperatriz e para as demais localidades a água é comercializada a granel pelo valor de R$ 0,10 centavos por litro. Sem filas e sem desperdícios. A Purificatta tem orgulho de fazer parte dessa história!
Mais informações sobre a história da fonte no link:
http://www.hotelcaldas.com.br/hotel.htm 

Purificatta em Canela - RS

A Purificatta lança equipamento em Canela - RS

Purificatta no Residencial Assis Brasil em POA

O Residencial Assis Brasil em Porto Alegre conta agora com a tecnologia Purificatta. O condomínio Assis Brasil tem mais de 300 famílias e agora passa a ter mais qualidade, segurança e comodidade na compra da água. A Purificatta é certificada pelo INMETRO, segue os padrões da Vigilância Sanitária e segue um rigoroso controle de qualidade nas análises de água, trocas de filtros e higienização das máquinas, sempre com acompanhamento do sindico e documentado para garantir a manutenção. Solicite o equipamento em seu residencial também. comercial@purificatta.com.br

Purificatta no Residencial Morada do Norte / POA

A Purificatta inaugura mais uma novidade! O Purificatta in Company está presente no Residencial Morada do Norte em Porto Alegre. O edifício conta com mais de 178 apartamentos e agora beneficia seus condôminos com mais economia, qualidade e comodidade ao adquirir o equipamento Purificatta. A Purificatta coloca um equipamento dentro de seu condomínio, cada condômino paga uma taxa de aproximadamente R$ 5,00 por mês junto com a conta mensal de condomínio e todos podem desfrutar da melhor água sem limites. Com muito menos minerais pesados, praticamente zero de sódio e uma água livre de sujeiras, bactérias ou vírus, a Purificatta é recomendada para todas as pessoas, mas em especial para crianças, idosos, gestantes e pessoas com tendências a problemas renais. Conheça você também os benefícios da Purificatta em seu residencial e solicite um orçamento. 

Bairro Risso Recebe Purificatta

Purificatta agora esta presente no Bairro Risso na cidade de Caxias do Sul .

Anvisa proíbe venda de lote de água Mineral!

Laudo indica nível acima do adequado de bactéria que atinge pulmões de pessoas com baixa imunidade.

 

Resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicada nesta sexta-feira no Diário Oficial da União proíbe a distribuição e a comercialização, em todo o território nacional, do Lote 32966047S1 (validade: 23/10/2014) do produto Água Mineral Natural da marca São Lourenço, produzido pela Empresa Nestlé Waters Brasil - Bebidas e Alimentos Ltda.

De acordo com o texto, laudo emitido pelo Instituto Adolfo Lutz identificou a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa acima do limite estabelecido na legislação sanitária no lote. A resolução entra em vigor nesta sexta-feira.

Segundo o Departamento de Química da Universidade de São Paulo (USP), a bactéria atinge principalmente os pulmões de pessoas que apresentam imunidade baixa

Em nota, a empresa diz ter suspendido a distribuição e comercialização do lote e garante a qualidade de seus produtos.

Veja o comunicado na íntegra:

"Em relação à resolução da Anvisa publicada nesta sexta-feira no Diário Oficial da União, a Nestlé Waters informa que desde que recebeu o primeiro contato da autoridade sanitária, em fevereiro de 2014, informando sobre alteração de parâmetro no lote 32966047S1 da Água São Lourenço Natural Sem Gás 300 ml, produzido em outubro de 2013, tomou a decisão de suspender imediatamente a distribuição e comercialização do referido lote. A medida foi tomada ainda que controles internos, confirmados por análises realizadas em laboratório certificado pelo Inmetro, em diversas amostras do mesmo lote, não tivessem apontado nenhuma desconformidade com a legislação vigente.
 
A empresa reitera que a segurança e a qualidade de seus produtos são prioridades inegociáveis, razão pela qual adota rígidos padrões e controles em todas as etapas dos processos de fabricação. 

Fonte:

http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/noticia/2014/08/anvisa-proibe-venda-de-lote-de-agua-mineral-4575917.html

 

Purificatta em Farroupilha

Agora tambem presenta em Farroupilha- RS 

Purificatta agora em Canela - RS

A Purificatta em parceria com a empresa Deutschgas de Nova Petropolis inaugura equipamento na cidade de Canela / RS. 

AVISO IMPORTANTE


Estamos temporariamente sem telefone, por motivos alheios à nossa vontade. Mas você pode nos contatar em qualquer um destes celulares:
Técnico: 54 9126 8525 / 54 9946 1343
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Administrativo: 54 9625 7650 / 54 9111 1802

Obrigado pela compreensão!
 

Purificatta Fecha Parceria com a Rede Econômico

Purificatta anuncia parceria com a Rede Econômico na cidade de Erechim RS. Agora presente em todas as lojas da Rede Econômico.

Purificatta Inaugura Franquia em Ivoti RS

Agora Purificatta esta presente também na cidade de Ivoti, RS. Uma parceria entre a empresa e seu franqueado Deutschgas de Nova Petrópolis RS, proporcionou a toda população da cidade de Ivoti esta novidade.

São Francisco é a primeira cidade dos EUA a proibir água em garrafas plásticas

A cidade norte-americana de São Francisco, na Califórnia, deu mais um exemplo para o mundo em termos de desenvolvimento sustentável. A partir de outubro deste ano, estarão banidas as vendas de água em garrafas plásticas para uso individual.

Após cobranças e protestos realizados por ativistas, as autoridades locais entraram em um consenso e determinaram que só poderá ser comercializada água em garrafas plásticas que comportem mais de 600 ml.

A medida pretende reduzir os impactos ambientais gerados para a fabricação do PET e também de seu descarte. “Todos nós sabemos da importância de se combater as mudanças climáticas, São Francisco tem liderado a luta por nosso meio ambiente”, declarou o Presidente do Conselho de Supervisores, David Chiu, que também foi quem criou a lei.

Durante sua fala ao San Francisco Bay Guardian, o líder também mostrou uma garrafa com 25% de sua capacidade preenchida com óleo, para representar a quantidade de petróleo usada na fabricação e transporte de garrafas d’água. Chiu lembrou que antes da década de 90 as garrafas plásticas quase não eram utilizadas, portanto não são itens necessários para manter a qualidade de vida da população.

A mesma atitude tem sido replicada em outras localidades. Ainda nos EUA, a Universidade de Seattle proibiu o comércio das garrafas de água em seu campus. Na Austrália, a comunidade de Bundanoon foi a primeira a banir a água engarrafada.

Água: hidratante natural e saudável

Medicina & Saúde - Nunca como nos últimos meses o consumo de água e líquidos se fez tão importante. Isso, porque os recordes de temperatura que vem sendo registrados desde o mês de dezembro elevam a perda natural de líquido do organismo.

 

“A ingestão adequada de fluidos é essencial para a sobrevivência humana. Aproximadamente 70% do nosso organismo é composto por água. A desidratação moderada, sem sintomas típicos, é comum e, conforme estudos, está relacionada com o aumento de acidentes de trabalho, redução da atividade e atenção em escolares, redução da força e desempenho em atletas, redução da resposta visual-motora em motoristas, entre outros. Estes efeitos são tão severos que podem ser comparados ao efeito causado pelo álcool em indivíduos ao volante”, explica Márcia Cristina Paiva, nutricionista na Clínica Gastrobese.

Nesta época do ano, em que o calor quase não diminui no período da noite, o corpo acaba eliminando mais líquidos, o que acontece basicamente pelo suor. “Pela sua importância nas reações bioquímicas essenciais, a água recebe atenção especial em períodos mais quentes, quando o organismo visivelmente, perde mais fluídos. No entanto a reposição de água deve ser realizada em todos os períodos do ano, inclusive inverno, guardando as devidas proporções”, salienta.

Entrevista

Medicina &Saúde – Qual a quantidade ideal de reposição de água para o organismo?

Márcia Cristina Paiva – A preocupação com a hidratação pode levar à reposição exagerada de água, o que também pode se tornar um problema.  A necessidade de ingestão de líquidos é individual e pode variar de acordo com fatores relacionados à área corporal total do indivíduo, temperatura do ambiente em que o indivíduo se encontra e nível de atividade física exercida por esta pessoa, entre outros. Normalmente a quantidade adequada de reposição de líquidos, fica por volta de 35 ml de água por Kg de peso corporal total.

Medicina & Saúde – Outros líquidos podem ser usados com o propósito de hidratação?

Márcia Cristina Paiva – A melhor opção para a reposição de líquido corporal é a própria água (pura, filtrada ou fervida). Algumas opções de filtros com capacidade de retirar cloro, elevar o pH e produzir carga elétrica negativa na água, garantem capacidade extra de minimizar danos por substâncias tóxicas e pró-oxidantes. Além disso, é importante que a água seja livre de impurezas, partículas sólidas e bactérias, como toda água potável. Além da água, que pode ser saborizada com ervas, frutas e legumes (sem torna-la um suco), as frutas, os chás e a água de coco podem garantir mais sabor e prazer na hidratação. Opções não aconselháveis incluem, obviamente, as bebidas adoçadas, como refrigerantes, águas saborizadas artificialmente, sucos industrializados, bebidas alcoólicas e isotônicos.

 

Fonte:

http://onacional.com.br/variedades/46697/agua+hidratante+natural+e+saudavel

 

Purificatta em Nova Petrópolis / RS

Uma Parceria com a empresa Deutschgas de Nova Petrópolis beneficiou toda a população da cidade turistica. Agora agua de qualidade em Nova Petrópolis está de fácil acesso e de ótimo preço na Deutschgas! 

Purificatta em Erechim!

Purificatta agora está em Erechim, RS. Uma parceria firmada com a rede Caitá de Supermercados oferece a melhor água para a comunidade de Erechim. Confira no Caitá! 

Purificatta é certeza de água pura

A água é parte essencial do dia-a-dia. Ela está presente quando você prepara a sopa favorita da sua família, a mamadeira do seu filho ou aquela xícara de café. Por isso beber água com confiança é fundamental.

 

Nosso corpo perde líquidos diariamente através da urina e do suor e essa quantia é reposta através da ingestão de água, vegetais e frutas. Entretanto, muitas pessoas não consomem o suficiente e, como resultado, experienciam sintomas de leve desidratação como dores de cabeça, cansaço e perda de concentração.

Ciente de toda essa importância, a Purificatta surgiu como uma excelente opção para quem deseja consumir água pura mas dispensa a engarrafada: seja pelo preço, pelo gosto, por saber que fica muito tempo armazenada ou por alguma outra razão.

Pode-se dizer que a Purificatta vem mudando a forma como as pessoas ingerem água. Agora pagam menos e consomem com confiança. O empresário Ulisses Giolo, proprietário do Supermercado Passa Lá há 21 anos, tem a máquina da Purificatta instalada em seu estabelecimento desde o início de 2012. Além de comercializar o produto, virou consumidor fiel. “Percebo que os clientes com paladar superior já aderiram à água da Purificatta. Eu, por exemplo, não consigo mais beber outro tipo. Sinto o gosto”, comenta.


Ulisses Giolo: proprietário do Supermercado Passa Lá

Ulisses Giolo  destaca o retorno financeiro que ter a máquina da Purificatta junto ao supermercado representa – bastante satisfatório – e a praticidade de não precisar mais manter um grande estoque de bombonas. “Precisava de espaço para guardar as garrafas cheias e ainda as vazias. Agora não nos preocupamos mais com isso. O cliente chega com sua bombona vazia e sai com ela cheia”, destaca.

Aos clientes que ainda têm o costume de consumir a água engarrafada, Ulisses costuma aconselhar a experimentar a da Purificatta. “O produto é bom mesmo. Não tem aquele gosto de velho que eu sinto nas outras águas. Então aconselho com toda confiança aos meus clientes a provarem a água da Purificatta”, finaliza.

BENEFÍCIOS DA ÁGUA PURA

O sabor é tudo quando se trata de comida e bebida. E a água tem um papel importante no gosto de alimentos e bebidas. Por exemplo, sua xícara de chá obtém o aroma das folhas e da água. Utilizar água não filtrada para fazer seu chá significa permitir que aditivos de tratamento como o cloro  afetem o sabor.

A água não filtrada também pode conter contaminantes como chumbo e mercúrio, que são prejudiciais à saúde. Na preparação de alimentos como assados e sopas, a água que usamos muitas vezes é aquecida até o ponto de ebulição. Entretanto, ferver água não filtrada mata apenas as bactérias e os microorganismos, mas não elimina contaminantes perigosos que permanecem na comida.

O processo pelo qual a água da Purificatta passa garante que materiais que afetam o gosto e contaminantes perigosos sejam removidos, deixando sua água pura, fresca e limpa.

Saiba mais sobre a Purificatta acessando: www.purificatta.com.br

Saiba como escolher a água mineral mais saudável.

A Purificatta destacou um artigo publicado pela Zero Hora que fala sobre o alto nivel de sódio em 10 marcas de água mineral. É importande destacarmos que a água do equipamento Purificatta alem de ser purificada em 6 estágios é 95% de sódio livre, isso mesmo, o equipamento purificatta retira até 95% do sódio da água deixando para você e sua família uma água muito mais leve e de altíssima qualidade.

Veja abaixo a publicação da Zero Hora: 

Especialistas dão dicas sobre como equilibrar a quantidade de sódio e outros elementos

Um dos poucos alimentos que são liberados de forma quase unânime por médicos e nutricionistas é a água. Bebê-la não tem contraindicação. Mas você já deu uma olhada no rótulo da garrafa de água mineral que o acompanha todos os dias?

Pois muita gente andou olhando e não gostou do que viu. A quantidade de sódio e a variação desse elemento entre uma marca e outra é de causar engasgos. Para tirar a prova, Zero Hora fez um teste: consultou o rótulo de 10 marcas de água mineral. Foi constatado que a quantidade pode variar de 3,086mg/l até 103,86mg/l, o que representa uma diferença de mais de 3.000%.

Apesar de esses números assustarem, nenhuma marca de água mineral está fora dos limites aceitáveis pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que é de 600 mg/l. Ainda assim, os especialistas recomendam atenção na hora de escolher a água que você vai beber.

— A nossa alimentação já tem muito sódio, que consumimos por meio dos produtos industrializados e do tempero que adicionamos, e ainda vamos ingerir mais na água? Ela deveria ser uma fonte de hidratação, e não o contrário — afirma a nutricionista e professora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) Raquel Dias.

De uma forma geral, o excesso de sódio na alimentação causa retenção de líquidos, o que leva ao aumento da pressão arterial. Por isso, o alerta serve principalmente para as pessoas que sofrem com hipertensão, problemas cardiovasculares e renais, que são potencializados com o alto consumo desse elemento.

Mas a qualidade da água não depende somente da quantidade de sódio que ela contém. Há diversos outros fatores que devem ser considerados, como o índice de pH. O "potencial hidrogeniônico" é uma escala que mede o nível de acidez da água. A recomendação da American Public Health Association é que o pH varie de 7 a 10, o que caracteriza uma água neutra ou alcalina. Nas marcas pesquisadas por ZH, foi encontrada uma variação grande neste índice: de 5,45 (água ácida) até 9,58 (água alcalina).

— A qualidade da água é determinada pela quantidade e pela qualidade dos minerais que ela contém. O ideal é sempre analisar os elementos de cada água para saber se você está comprando um bom produto — complementa o professor do Instituto de Pesquisas Hidráulicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Luiz Olinto Monteggia.

Para saber qual a melhor escolha, a nutricionista e professora da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) Gilberti Hubscher recomenda:

— O sódio deve ser o primeiro fator a ser analisado, mas o ideal é buscar um equilíbrio entre um bom pH, uma quantidade pequena de sódio e bons níveis de outros minerais importantes para a saúde, como o potássio e o magnésio.

PARA LER O RÓTULO

Quanto menos melhor
— Sódio
— Cloreto
— Vanádio 
— Sulfato
— Bário 
— Nitrato
— Zinco
— Lítio

pH
O potencial hidrogeniônico recomendado é entre 7 e 10

— Todas as águas têm quantidade de sódio abaixo do limite indicado pela Anvisa, mas especialistas lembram que pessoas hipertensas ou com problemas cardiovasculares e renais devem procurar as de menor teor do componente.

Por que tanta diferença no sódio?

De acordo com o professor Luiz Olinto Monteggia, as características das águas minerais são determinadas pelo contato que elas sofrem com as rochas do subsolo, de onde normalmente são captadas. Algumas águas têm um teor um pouco mais alto de sódio naturalmente, mas os índices mais altos, normalmente acima de 20mg/l, costumam ser resultado da adição de sódio à água. Esse processo é feito para equilibrar outros fatores do produto, como sais e pH.

Quanto por dia?

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda uma ingestão diária de até 2.000mg de sódio por dia. Se você beber um litro de água mineral com 103,06 mg de sódio, já estará consumindo cerca de 5% da sua cota diária.

Saiba como escolher a melhor água para você!

Especialistas dão dicas sobre como equilibrar a quantidade de sódio e outros elementos.

A Zero Hora consultou o nível de sódio de 10 marcas de água mineral e conforme o proprio texto divulgado abaixo fala, a variação desse elemento entre uma marca e outra é de causar engasgos. A Purificatta elimina o sódio em até 95% deixando a sua água muito mais leve e com muito mais qualidade para você e a sua família. 

Veja a reportagem da Zero Hora abaixo: 

Um dos poucos alimentos que são liberados de forma quase unânime por médicos e nutricionistas é a água. Bebê-la não tem contraindicação. Mas você já deu uma olhada no rótulo da garrafa de água mineral que o acompanha todos os dias?

Pois muita gente andou olhando e não gostou do que viu. A quantidade de sódio e a variação desse elemento entre uma marca e outra é de causar engasgos. Para tirar a prova, Zero Hora fez um teste: consultou o rótulo de 10 marcas de água mineral. Foi constatado que a quantidade pode variar de 3,086mg/l até 103,86mg/l, o que representa uma diferença de mais de 3.000%.

Apesar de esses números assustarem, nenhuma marca de água mineral está fora dos limites aceitáveis pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que é de 600 mg/l. Ainda assim, os especialistas recomendam atenção na hora de escolher a água que você vai beber.

Purificatta em Caxias do Sul

a Purificatta agora tambem está em Caxias do Sul. Instalado o primeiro equipamento no estabelecimento Sacolão da Economia Zimmermann na Rua Matteo Gianella 1365 Bairro Santa Catrina - Caxias do Sul. Confira! 

Porto Alegre lidera ranking de água contaminada entre 20 capitais brasileiras

Estudo da Unicamp mediu concentração de cafeína na água distribuída a 40 milhões de brasileiros Estudo da Unicamp mediu concentração de cafeína na água distribuída a 40 milhões de brasileiros

Água: se não cuidar, pode acabar

Ao contrário do que parece, a água é um recurso natural esgotável. Estudos sobre o sistema hídrico mundial são unânimes em indicar que, se a média de consumo global não diminuir no curto prazo, teremos problemas de escassez. O Brasil, que tem uma parcela significativa de água doce, também está ameaçado

Chines passa 20 anos sem beber água e tem graves problemas

Pequim - Um chinês de meia idade desenvolveu graves problemas renais após passar 20 anos sem beber água, que foi substituída por refrigerante Pequim - Um chinês de meia idade desenvolveu graves problemas renais após passar 20 anos sem beber água, que foi substituída por refrigerante 

Luta pela água será maior a cada dia no mundo, alertam especialistas

A disputa por água será cada vez maior no mundo, se não forem aplicadas medidas para usar este recurso natural de forma eficiente, alertaram nesta quarta-feira especialistas durante um fórum continental realizado em Campana, 62 km ao norte de Buenos Aires. ‘Em diferentes fóruns é analisada como possibilidade que, se houver uma terceira guerra mundial, esta será pela água’, declarou à AFP o espanhol Joan Girona, engenheiro agrícola e professor da Universidade de Lleida. ‘Enfrentamos o desafio de produzir mais alimentos para mais população, mas com menos água’, advertiu Girona. Se a população mundial crescer até 9 bilhões de pessoas em 2050, como se estima, ‘será preciso usar mais água, entre 56% e 128% (a mais) da que dispomos agora’, disse, no âmbito do fórum do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) na cidade de Campana. ‘Se formos capazes de tornar mais eficiente o uso da água, a crise não ocorrerá. Se continuarmos na direção atual, a luta será maior dia a dia’, acrescentou. Acontece que para a elaboração é indispensável o uso de água e em uma medida que surpreende, explicou este especialista. Para cultivar uma maçã, por exemplo, são necessários 70 litros d’água, que incluem a irrigação. Para fazer uma xícara de chá, são necessários 140 litros, entre água para cultivo, colheita, transporte e preparo, até a que se usa na fabricação da xícara na qual se bebe. Se o desperdício for evitado e forem aplicadas tecnologias de irrigação, só no caso da maçã, ‘o uso de água diminuiria 17 litros’, disse Girona. ‘Se estamos exportando alimentos, dentro deles há água. Produzir uma tonelada de cereais consome 1.500 metros cúbicos de água’, disse à AFP Gertjan Beekman, um engenheiro civil nascido na Holanda, mas que mora no Brasil desde criança. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), presente no fórum como delegado, uma pessoa consome de 2 a 4 litros d’água por dia, mas são necessários entre 2.000 e 5.000 litros para produzir seus alimentos diários. Beekman lembra que grande parte do território brasileiro, mas também parte de Paraguai, Uruguai e Argentina abrigam o aquífero guarani, uma das maiores reservas de água doce do mundo. ‘Não virão aqui (de outras latitudes) por nossa água, mas pelo alimento que a água contém’, responde Beekman. Desperdício de água e de alimentos Os desafios que Girona e Beekman revelam são analisados por especialistas e ministros da Agricultura de 34 países da América em um luxuoso hotel de campo, em um local simbólico porque se situa na fronteira agrícola, onde está para começar a colheita de soja, que representa 25% das exportações argentinas. ‘Desejamos que esta luta pela água seja civilizada, com debates e fóruns. Mas se não se avança na gestão eficiente, haverá muitíssimas mais tensões. E quando começam as tensões, nunca se sabe aonde podem parar’, disse Girona. A encruzilhada é que ‘não há suficiente água para produzir os alimentos para satisfazer a demanda’, disse o especialista espanhol. Além disso, as mudanças climáticas, devido às emissões de gases de efeito estufa, provoca secas e inundações. ‘Acabamos de vê-lo com os desastres meteorológicos no México’, comentou Beekman sobre as incomuns tempestades que deixaram 130 mortos na semana passada naquele país. Claudia Ringler, diretora do Instituto Internacional de Pesquisas sobre Políticas Alimentares, disse no fórum que ‘há uma contração da região agrícola na América Latina que sofre desmatamento’. Ásia, Oceania e África também estão sob estas ameaças e cerca de 1,6 bilhão de pessoas vivem em regiões com escassez de água, segundo a FAO. A cada ano são desperdiçadas cerca de 1,3 bilhão de toneladas de alimentos, de acordo com estatísticas do organismo internacional. O mexicano Víctor Villalobos, reeleito durante a conferência como diretor do IICA por mais quatro anos, também lançou o alerta, ao afirmar que ‘não será possível assegurar a disponibilidade de alimentos se os sistemas produtivos continuarem atuando como até agora’.

Água e Energia será o tema do Dia Mundial da Água de 2014

A Organização das Nações Unidas (ONU) definiu nesta semana o tema do Dia Mundial da Água a ser celebrado em 22 de março de 2014: Água e Energia. A escolha se deu porque água e energia estão intimamente interligadas e são interdependentes, já que a geração hidrelétrica, nuclear e térmica precisa de recursos hídricos. Segundo dados da Agência Internacional de Energia, por exemplo, um aumento nominal de 5% do transporte rodoviário no mundo até 2030 poderia aumentar a demanda por água em até 20% do recurso utilizado na agricultura, devido ao uso de biocombustíveis. Outro dado da ONU aponta que cerca de 8% da energia gerada no planeta é utilizada para bombear, tratar e levar a água para o consumo das pessoas. Além disso, os recursos hídricos são utilizados para a geração de energia geotérmica, que é uma alternativa para energia em países com escassez de água. Segundo o Relatório de Conjuntura dos Recursos Hídricos no Brasil – Informe 2012, da Agência Nacional de Águas (ANA), o País possui cerca de 1.000 empreendimentos hidrelétricos, sendo que mais de 400 deles são pequenas centrais hidrelétricas (PCH). Até 2011, de acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), aproximadamente 70% dos 117 mil megawatts (MW) da capacidade instalada da matriz energética brasileira eram gerados por PCH, usinas hidrelétricas e centrais de geração hidrelétrica. Dia Mundial da Água Celebrado mundialmente desde 22 de março de 1993, o Dia Mundial da Água foi recomendado pela ONU durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, a Eco-92. Desde então as celebrações ao redor do mundo acontecem a partir de um tema anual, definido pela própria Organização, com o intuito de abordar os problemas relacionados aos recursos hídricos. Em 2013, a ONU definiu o tema "Cooperação pela Água" para marcar as celebrações e o Brasil, que instituiu seu Dia Nacional da Água em 2003, aderiu à proposta, como forma de incentivar a troca de experiências e a busca por soluções. Entre os temas já escolhidos para a data estão: água e segurança alimentar, águas transfronteiriças, saneamento, água limpa para um mundo saudável, lidando com a escassez de água e água para as cidades: respondendo ao desafio urbano. Águas de Março Para celebrar o Dia Mundial da Água, entre outras ações, a ANA criou, em 2007, o hotsite Águas de Março. A ideia é trazer informações institucionais sobre o tema anual definido pela ONU, um calendário de eventos nacionais, estaduais e locais que tenham como mote a celebração do dia 22 de março, bem como informações sobre o tema das celebrações de cada ano.

Agência Nacional de Águas amplia vagas para o curso Lei das Água

O curso a distância Lei das águas, ofereceu 500 vagas, mas teve 2.951 inscritos. Devido à grande procura, a Agência Nacional de Águas (ANA) ampliou as vagas e atenderá a todos que se matricularam. A capacitação, que é gratuita, aborda a Política Nacional de Recursos Hídricos e os conceitos relacionados à gestão das águas. As aulas vão de 18 de setembro a 13 de outubro. Com carga de 20 horas, o curso é autoinstrucional, pois ocorre através da interação entre aluno e computador. As atividades acontecem no site ead.ana.gov.br. A capacitação tem estrutura sequencial entre os módulos, que tratam de assuntos de Política Nacional de Recursos Hídricos: fundamentos, objetivos e diretrizes; funcionamento do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (Singreh); e instrumentos da Política. Após a inscrição, os alunos receberam um e-mail com os procedimentos para efetivar a participação. Os participantes que tiverem aproveitamento de 60% nas avaliações do curso receberão um certificado da ANA. A Agência Nacional de Águas também promove outras capacitações relacionadas a recursos hídricos, que podem ser acompanhados no Portal da Capacitação da ANA. Lei das Águas Em 1997 entrou em vigor a Lei nº 9.433, também conhecida com “Lei das Águas”, que instituiu a Política Nacional de Recursos Hídricos e criou o Singreh. Tal lei prevê que a água é um bem de domínio público e um recurso natural limitado, dotado de valor econômico. Nela também há o conceito de que a gestão dos recursos hídricos deve proporcionar os usos múltiplos da água, de forma descentralizada e participativa, contando com a participação do Poder Público, dos usuários e das comunidades. A Lei das Águas também prevê que, em situações de escassez, o uso prioritário do recurso é para o consumo humano e para saciar a sede de animais. Outro fundamento é o de que a bacia hidrográfica é a unidade de atuação do Singreh e de implementação da Política Nacional de Recursos Hídricos.

Vai faltar água?

Quem vê uma foto do planeta feita do espaço pode pensar que água é algo que nunca vai faltar. Afinal, esse líquido incolor, insípido e inodoro, vital para a vida, ocupa mais de dois terços da superfície da Terra. Nada mais enganoso. A quantidade de água no planeta, de fato, não se altera. Desde que o globo se esfriou, há muitos milênios, são os mesmos 1,4 bilhão de quilômetros cúbicos. Mas só podemos usar uma gota desse manancial. Primeiro porque precisamos de água doce. E só 2,5% da água do mundo é doce. Dessa pequena parte, tire dois terços, confinados nas calotas polares e no gelo eterno das montanhas. Do que sobrou, desconsidere a maior parte, escondida no subsolo. Resultado: a água pronta para beber e fácil de captar está nos rios e lagos, num total de 90 mil quilômetros cúbicos, ou 0,26% do estoque mundial. Mas nem essa porção está inteiramente disponível. Para não esgotar o precioso líquido, só podemos utilizar a água renovável pelas chuvas. E aí chegamos a um limite de consumo de 34 mil quilômetros cúbicos anuais, ou 0,002% das águas do planeta. Nem uma gota a mais. Como diz em seu livro Água o jornalista canadense Marq de Villiers: “A água pode ser poluída, maltratada e mal utilizada, mas não é criada nem destruída”. Mas o ser humano se multiplica, e muito. A população já soma 6 bilhões, e segue aumentando. O consumo de água também cresce, mas com um detalhe: em ritmo mais acelerado. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), o crescimento do uso da água foi mais do que o dobro do aumento populacional no século passado, de maneira que, hoje, consumimos metade do estoque disponível. Em 35 anos, estima-se que o consumo terá dobrado, ou seja, estaremos utilizando toda a água que o planeta produz. Resumindo: não é apenas o aumento populacional que preocupa, mas também o consumo desenfreado. Os problemas desse uso indiscriminado já começaram, por um problema simples: distribuição. Há muita água boa onde não mora ninguém, e pouca água saudável em áreas povoadas. Resultado: escassez. Segundo a ONU, 1,1 bilhão de pessoas, um sexto da população mundial, vivem sem água de boa qualidade. O Brasil é um exemplo de que ter água não basta. Apesar de sermos a maior potência hídrica do planeta, há muita gente vivendo situação de seca. Atualmente 31 países sofrem com sérios problemas de escassez, especialmente no Oriente Médio, no norte da África e no sul da Ásia (leia quadro na pág. 45). As projeções são ainda mais catastróficas: se o consumo não se alterar, duas em cada três pessoas estarão vivendo condições de escassez em 2025. A água não serve apenas para beber. Ela é necessária também como destino final de bilhões de litros de resíduos que a humanidade produz todo dia. Para essa finalidade, a escassez é ainda pior. Há hoje 2,4 bilhões de pessoas, ou 40% da população, sem condições adequadas de saneamento básico. “De todas as crises sociais e naturais que nós humanos enfrentamos, a da água é a que mais afeta a nossa sobrevivência”, diz Koïchiro Matsuura, diretor-geral da Unesco, braço da ONU para Ciência e Educação. Mas, afinal, a escassez de água pode pôr em cheque nossa sobrevivência? Há várias respostas, dependendo de quem responde. Para os ambientalistas mais radicais, a água está com os dias contados, a não ser que haja um freio no consumo. É o caso dos canadenses Maude Barlow e Tony Clarke, autores de Ouro Azul, um livro-denúncia sobre a apropriação dos mananciais por grandes empresas. “A raça humana julgou mal a capacidade dos sistemas de água da Terra de se recuperarem. E agora o mundo está sendo pressionado a tomar decisões cruciais, talvez irrevogáveis, sobre a água”, escrevem. Mas há gente gabaritada que vê um cenário menos apavorante. “A ONU pintou um quadro catastrófico para provocar uma reação da população, mas a água não deve acabar”, diz o geólogo Aldo da Cunha Rebouças, da Universidade de São Paulo (USP), especialista em gestão de recursos hídricos. De fato, há indícios de que o consumo começa a regredir. Segundo artigo publicado pela revista científica americana Science, na década passada usou-se metade do que se havia previsto 30 anos antes. “A quantidade de água utilizada em 2025 poderá não ser tão maior do que a usada hoje”, diz Peter Gleick, chefe da ONG Instituto Pacífico para Estudos em Desenvolvimento, Ambiente e Segurança, dos Estados Unidos. Na Declaração do Milênio, publicada em 2000, a ONU divulgou suas metas, entre elas a de diminuir pela metade, até 2015, o número de pessoas que hoje sofrem com escassez de água e más condições de saneamento básico. De novo, há diversos caminhos para chegar lá. Em um mundo tão transformado pela ação humana, sempre haverá quem defenda novas intervenções para corrigir o estrago anterior. As soluções, nesse caso, passam por transposições de rios, exportação de água, derretimento de grandes icebergs e por aí vai. Mas, no caso da água, menos pode ser mais. Para muitos especialistas, respeitar o ambiente e tirar o dedo da ferida pode ser a melhor maneira de curar o dano causado. Veja o caso da drenagem, por exemplo. Para povoar áreas desérticas, é comum retirar água do subsolo. Mas essa estratégia é perigosa, sobretudo porque esses reservatórios subterrâneos, chamados de aqüíferos, se renovam muito mais vagarosamente do que rios e lagos. O aqüífero de Ogallala, por exemplo, a maior reserva de água dos Estados Unidos, com mais de meio milhão de quilômetros quadrados, é drenado por mais de 200 mil poços, em um ritmo 14 vezes superior ao que a natureza gasta para restituí-lo. O resultado mais óbvio disso é que o poço pode secar. Tudo bem, você pode pensar. Usa-se a água enquanto ela existe. Mas os efeitos dessa retirada vão mais além. A drenagem de aqüíferos subterrâneos pode baixar o nível de rios e lagos e causar ou agravar a desertificação. O transporte de água é outra intervenção humana de grande impacto. Esse, no entanto, não é um problema moderno. Terraços para cultivo, diques e aquedutos são usados há milênios. Uma das Sete Maravilhas do Mundo, os Jardins Suspensos da Babilônia, construídos por Nabucodonosor II (604 a 562 a.C.), usava água bombeada do rio Eufrates. Os mais antigos sistemas de irrigação, os qanats, mistos de poço e aqueduto, viabilizaram as civilizações da Mesopotâmia e ainda são muito usados no Afeganistão, no Iraque, no Irã e no Egito. Durante o Império Romano, entre os anos 312 e 455 d.C., foram construídos enormes sistemas de distribuição de água, muitos dos quais continuam de pé. Mas nada disso se compara ao manejo de águas desenvolvido no século 20. Em 1950, havia pouco mais de 5 mil grandes represas. Hoje, são 40 mil. Não é preciso dizer que, quando se desvia ou se bloqueia um curso de água para construir uma represa, alguém rio abaixo ficará sem água, temporária ou definitivamente. Seja de animais ou de ribeirinhos, essa alteração afeta muitas vidas. De acordo com a ONU, existem 261 bacias hidrográficas transnacionais, compartilhadas por 145 nações, o que sempre deu margem a disputas, conflitos e guerras. Sem contar que, ao desviar a água de seu destino natural, pode-se romper o ciclo natural que a devolve. Hoje, há mais de 500 conflitos entre países envolvendo disputas pela água, muitos deles com uso de força militar. Nada menos que 18 desses conflitos violentos envolvem o governo israelense, que vive brigando pelo líquido com os vizinhos. Cerca de 40% do suprimento de água subterrânea de Israel se origina em territórios ocupados, e a escassez de água foi um dos motivos das guerras árabe-israelenses passadas. Em 1965, a Síria tentou desviar o rio Jordão de Israel, provocando ataques aéreos israelenses que a forçaram a abandonar a tentativa. Na África também houve conflitos. As relações entre Botsuana e Namíbia, por exemplo, ficaram estremecidas depois que a Namíbia anunciou um plano de aqueduto para desviar um rio compartilhado pelos dois países. Na Ásia, Bangladesh depende da água de rios que vêm da Índia. Nos anos 70, em meio a uma escassez de alimentos, a Índia desviou o fluxo desses rios para suas lavouras. Bangladesh foi deixado a seco por 20 anos, até a assinatura de um tratado que pôs fim às disputas. A qualidade da água é outro fator crucial. Nesse caso, o alarme vem soando faz tempo. Nos países em desenvolvimento, diz a ONU, até 90% do esgoto é lançado nas águas sem tratamento. Todos os anos, de 300 a 500 milhões de toneladas de metais pesados, solventes, produtos tóxicos e outros tipos de dejeto são jogados na água pelas indústrias. Cerca de 2 bilhões de toneladas de lixo são despejados em rios, lagos e riachos todos os dias. A verdade é que a maioria dos produtos químicos produzidos pelo homem mais cedo ou mais tarde acaba em um curso ou depósito de água. Uma das conseqüências disso é que 80% das doenças nos países pobres do hemisfério sul estão relacionadas com a água de baixa qualidade. Mas, apesar de ser um recurso tão frágil e escasso, a água ainda é muito desperdiçada. De toda a água utilizada, 10% vai para o consumo humano, 20% fica com a indústria e o restante, 70%, é utilizado na agricultura. Porém o desperdício e o uso irracional são uma constante em todos esses setores. Vazamentos, métodos obsoletos e desperdício drenam cerca de 50% da água usada para beber e 60% da água de irrigação. Com a tecnologia disponível atualmente, a agricultura poderia reduzir sua taxa de uso em até 50%, as indústrias em até 90% e as cidades em um terço sem prejudicar a produção econômica ou a qualidade de vida. Mas a grande questão debatida hoje sobre o futuro da água é quem deveria gerenciar as reservas e como isso deveria ser feito. Com a globalização, grandes empresas transnacionais estão ampliando sua presença em serviços de saneamento e ganhando o direito de explorar fontes de água, o que, para os ambientalistas, pode comprometer o acesso das populações mais pobres. Estamos falando aqui de um choque entre ideologias completamente diferentes, com concepções de mundo antagônicas. De um lado, há os que entendem a água como um produto que se pode manejar, engarrafar, pôr preço e vender. Esse grupo acredita na tecnologia e no mercado e vê a água como uma necessidade humana que pode ser atendida eficientemente pela iniciativa privada. Para eles, a água pode e talvez deva se tornar “o petróleo do século 21”. Do lado oposto, estão os ambientalistas, para quem a água não tem preço nem dono, pois pertence a todos. Eles acreditam no resgate da relação primitiva com a natureza, na cooperação entre os povos e no manejo sustentável dos recursos naturais e vêem a água como um direito fundamental e inegociável do ser humano. A despeito dessa bipolaridade, a presença da iniciativa privada avança por ter o poder do capital a seu lado. Em 1998, o Banco Mundial previa que, em breve, o comércio global da água faturaria 800 bilhões de dólares. Antes de 2001, essa projeção foi elevada para 1 trilhão de dólares. Desde 1995, o mercado de água engarrafada cresce a uma espantosa taxa de 20% ao ano. Em 2000, só esse negócio faturou 22 bilhões de dólares, com a venda de cerca de 89 bilhões de litros de água. Detalhe: o líquido engarrafado para venda é uma gota nesse mar de dinheiro que envolve a água. A fonte maior é o mercado de saneamento e de distribuição de água, um ramo com um potencial de crescimento astronômico, já que apenas 5% da população mundial recebe água fornecida por empresas privadas. As duas gigantes do setor de saneamento são as transnacionais Vivendi e Suez, que têm sede na França e respondem por 70% do faturamento do setor. O fato é que a água transformou-se em uma commodity como o petróleo ou a soja, com direito a ser exportada, inclusive. O Canadá, por exemplo, exporta água para regiões sedentas do México e dos Estados Unidos. Pode parecer estranho, mas a exportação de água é uma realidade. Neste exato momento há barcaças e caminhões de grande capacidade cruzando fronteiras carregados com nada mais do que água. A situação colocou o Brasil em uma situação estratégica, de maneira que, quando o assunto é água, o mundo todo volta seus olhos para cá. Para começar, somos o país que tem mais água disponível. Para se ter uma idéia, nossos rios reúnem 13% do volume fluvial mundial. Não bastasse toda essa abundância, temos sob nossos pés a maior reserva de água doce do mundo, o aqüífero Guarani, uma superpoça subterrânea que cruza a fronteira de sete Estados e avança pelos territórios argentino, paraguaio e uruguaio. Só ali jazem 37 mil quilômetros cúbicos de água potável, o que daria para encher até a boca 7,5 milhões de estádios do Maracanã, segundo cálculos do geólogo Heraldo Campos, especialista no aqüífero. E o Brasil só utiliza 5% desse potencial. Nas discussões internacionais sobre o uso dos recursos hídricos, o Brasil é uma liderança natural, segundo o costarriquenho Manuel Dengo, Chefe da Divisão de Água, Recursos Naturais e Desenvolvimento Sustentável da ONU. “O Brasil desempenha um papel importante no cenário mundial das águas. Sua presença na maioria dos encontros intergovernamentais e outros fóruns é altamente respeitada.” Mas, como em outras áreas da vida brasileira, essa liderança deve-se mais ao nosso potencial e às nobres intenções do que às boas práticas. Nossa legislação, por exemplo, é moderna e democrática, inspirada nas melhores leis ambientais do mundo. A tecnologia brasileira de tratamento de água também é destaque, caracterizada pela eficiência com baixo custo, segundo o ambientalista Leonardo Morelli, coordenador da rede de ONGs Grito das Águas. Mas, quando se vê a situação dos rios que cortam as grandes cidades brasileiras, percebe-se que nosso conhecimento não se traduz em qualidade de água ou de vida. O resultado disso chega a ser paradoxal, como no caso da cidade de Manaus, incrustada na maior bacia hidrográfica do mundo e submetida a um rodízio de água entre os bairros por falta do produto. Embora moderna, a lei não funciona sozinha, e são comuns os acidentes ambientais com mortandade de peixes e contaminação das águas. Para Aldo Rebouças, o grande problema brasileiro, ironicamente, é a abundância. “Por termos muita água, a cultura do desperdício impera no país todo. Nossos problemas são de grande desperdício, baixa eficiência das companhias e degradação da qualidade da água.” Faz pouco tempo que o mundo acordou para a importância econômica e estratégica da água. Mas, em meio a divergências sobre a posse e o destino da água, já aflorou um consenso mínimo. Especialistas, empresários e ecologistas concordam que a ameaça de escassez é real, mas que há tempo para evitá-la. Para isso, é preciso estancar o desperdício, recuperar as reservas poluídas, garantir o direito à água para os mais pobres e criar projetos de educação ambiental. A educação, dizem os especialistas, é importante porque a ação de cada um é maior do que qualquer intervenção que governos ou empresas podem fazer. Saber qual é verdadeira dimensão da ameaça é o primeiro passo para vencer o problema. Portanto, ao ler essa reportagem, você está fazendo a sua parte.

Saiba qual é a importância de manter o corpo hidratado durante o inverno

Apesar de sentirmos menos sede no inverno, não significa que possamos descuidar da hidratação do organismo. Isso porque, mesmo com a temperatura mais amena, o corpo continua necessitando de líquidos — e é preciso estar atento para não ter a saúde prejudicada. A água é o principal componente do nosso organismo, respondendo por cerca de 60% do nosso peso corporal. Em lactentes e crianças, a percentagem é ainda mais elevada, tornando necessário redobrar a atenção com a ingestão de líquidos. Segundo o professor de Nutrição da USP Antonio Herbert Lancha Junior, a não ingestão de líquidos pode acarretar em maior vulnerabilidade do sistema imunológico, predispondo a infecções oportunistas, como gripes e resfriados, que são bastante comuns no inverno. Durante a estação, é importante apostar no consumo variado de bebidas ao longo do dia, não somente quando sentir sede. — A necessidade de líquido varia de acordo com rotina de atividade física, gasto energético, entre outros fatores. Todas as bebidas ajudam a manter a hidratação e, no inverno, temos várias opções além da água, como café e chás — afirma o nutricionista. Também é importante estar atento ao tempo seco, que contribui para o ressecamento do nosso corpo, influenciando principalmente as mucosas do organismo. Além disso, os ambientes climatizados também contribuem para o problema. Ou seja, mesmo aqueles que passam o dia em local com ar condicionado, não devem abrir mão de consumir bastante líquido. O especialista alerta que, no estado de hipohidratação — pouco hidratado —, a mucosa tem sua espessura diminuída e, com isso, ficamos mais vulneráveis a todos os tipos de infecção propagados pelo ar. Se alguma bactéria ou vírus conseguir atravessar a membrana, são grandes as chances do indivíduo desenvolver uma doença. Vale lembrar: O Ministério da Saúde recomenda a ingestão de 1ml de água para cada caloria gasta o que, em média, resulta em 2,5 litros ao dia. VIDA

Selo do INMETRO

A Purificatta acreditando em seu potencial sempre buscou novas formas de melhoria, investindo sempre na qualidade de seu produto.

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UNESCO lança Ano Internacional de Cooperação pela Água no dia 11

A importância da cooperação para o manejo de recursos hídricos limitados em um mundo em que a demanda está em rápido crescimento não pode ser subestimada: 145 países compartilham uma grande bacia hidrográfica com pelo menos mais uma nação. Por isso, a ONU definiu 2013 como o Ano Internacional de Cooperação pela Água, que será oficialmente lançado em uma cerimônia dia 11 de fevereiro na sede da Organização das Nações Unidas para Educação, Cultura e Ciência (UNESCO), em Paris, França.
Os jovens terão um papel significativo nas celebrações. Estudantes de Fukushima (Japão) viajarão à França para encontrar alunos de escolas francesas e do Instituto para Educação sobre a Água. Eles trocarão experiências relacionadas ao tema e prepararão uma declaração da juventude sobre a cooperação pela água para ser apresentada aos demais participantes.
Uma exposição chamada “Água no Coração da Ciência” também será inaugurada na ocasião. Apresentada primeiramente na UNESCO, ela será exibida ao longo de 2013 na rede de estabelecimentos culturais da França em todo o mundo.
Questões de cooperação pela água também serão tema para o Dia Mundial da Água, 22 de março. Neste ano, a ONU-Água organizou o evento principal em Haia (Holanda). Outros grandes eventos que marcarão o Ano incluem a Semana Mundial da Água, em Estocolmo (Suécia) de 1 a 6 de setembro; uma conferência sobre cooperação pela água em Dushanbe (Tajiquistão), também em setembro; e a Cúpula da Água, que ocorrerá em Budapeste (Hungria) nos dias 10 e 11 de outubro.

Fonte: http://www.onu.org.br/unesco-abrira-o-ano-internacional-de-cooperacao-pela-agua-no-proximo-dia-11/

Nota Fiscal Para Empresas

Purificatta Anuncia:
Conforme Regime Especial ato declaratório numero 2011/064 as máquinas de purificação não precisam emitir cupom fiscal! No entanto, sabemos que as empresas precisam de Nota Fiscal para registrar a compra da água. Informamos que toda e qualquer empresa que desejar comprar água das máquinas Purificatta poderá solicitar a compra de fichas e receber a NF diretamente com a empresa. Para maiores informações favor entrar em contato através do email comercial@purificatta.com.br ou pelo telefone (54) 3342 5517. Lembrem-se: Ao comprar água das máquinas você estará levando mais saúde a seus familiares, colaboradores ou clientes, muito mais economia para o seu bolso, e ainda ajuda a combater o lixo plástico do nosso planeta.  Purificatta é muito mais água!

A guerra contra a garrafa plástica de água mineral

Apesar de sentirmos menos sede no inverno, não significa que possamos descuidar da hidratação do organismo. Isso porque, mesmo com a temperatura mais amena, o corpo continua necessitando de líquidos — e é preciso estar atento para não ter a saúde prejudicada. A água é o principal componente do nosso organismo, respondendo por cerca de 60% do nosso peso corporal. Em lactentes e crianças, a percentagem é ainda mais elevada, tornando necessário redobrar a atenção com a ingestão de líquidos. Segundo o professor de Nutrição da USP Antonio Herbert Lancha Junior, a não ingestão de líquidos pode acarretar em maior vulnerabilidade do sistema imunológico, predispondo a infecções oportunistas, como gripes e resfriados, que são bastante comuns no inverno. Durante a estação, é importante apostar no consumo variado de bebidas ao longo do dia, não somente quando sentir sede. — A necessidade de líquido varia de acordo com rotina de atividade física, gasto energético, entre outros fatores. Todas as bebidas ajudam a manter a hidratação e, no inverno, temos várias opções além da água, como café e chás — afirma o nutricionista. Também é importante estar atento ao tempo seco, que contribui para o ressecamento do nosso corpo, influenciando principalmente as mucosas do organismo. Além disso, os ambientes climatizados também contribuem para o problema. Ou seja, mesmo aqueles que passam o dia em local com ar condicionado, não devem abrir mão de consumir bastante líquido. O especialista alerta que, no estado de hipohidratação — pouco hidratado —, a mucosa tem sua espessura diminuída e, com isso, ficamos mais vulneráveis a todos os tipos de infecção propagados pelo ar. Se alguma bactéria ou vírus conseguir atravessar a membrana, são grandes as chances do indivíduo desenvolver uma doença. Vale lembrar: O Ministério da Saúde recomenda a ingestão de 1ml de água para cada caloria gasta o que, em média, resulta em 2,5 litros ao dia.

Setor de bebidas frias vai repassar aumento do IPI para consumidor

Setor de bebidas frias vai repassar aumento do IPI para consumidor, diz indústria
Impacto deve ficar entre 2% e 3% do valor final dos produtos, como águas, cervejas e refrigerantes

O aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), previsto para o setor de bebidas frias como forma de compensar a queda da arrecadação tributária incluída na nova versão do Plano Brasil Maior, vai ser repassado ao consumidor, informou hoje o presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e de Bebidas Não Alcoólicas (Abir), Herculano Anghinetti, após reunião com o secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto.

— Em 2011, absorvemos o aumento e chegamos ao limite. As indústrias já absorveram parcialmente a alta dos tributos (15%). O setor não tem como absorver mais um aumento de imposto com redução da margem (de lucro). Com esse anúncio de aumento que está por vir, a indústria não tem mais capacidade de absorção. (O aumento) Vai ser repassado, criando um círculo vicioso. O aumento de imposto impacta no custo e diminui a venda — disse.

Para compensar a renúncia fiscal de R$ 60,4 bilhões do pacote de estímulo à competitividade industrial anunciado na semana passada, o governo informou que vai aumentar a tributação das chamadas bebidas frias, como águas, cervejas e refrigerantes.

Mesmo sem ter o aumento da alíquota definida, a estimativa do representante do setor é que o impacto do imposto mais alto fique entre 2% e 3% do valor final do produto.

Anghinetti disse ainda que, com a nova tributação, investimentos anteriormente previstos de R$ 7,9 bilhões podem ser suspensos.

— A gente está buscando a não alteração da pauta para que não tenha que alterar os preços finais e diminuir a capacidade de investimentos — destacou o presidente da Abir.

O setor reivindica que a tabela de preços das bebidas, sobre a qual incidem tributos, não seja reajustada neste ano. O aumento desses valores implica maior carga tributária para as indústrias.

Em 2010, a Abir e o governo chegaram a um acordo que permitiu o congelamento da tabela usada de base para tributação. Por outro lado, o setor investiu R$ 5,4 bilhões no ano.

Fonte: http://diariocatarinense.clicrbs.com.br/sc/economia/noticia/2012/04/setor-de-bebidas-frias-vai-repassar-aumento-do-ipi-para-consumidor-diz-industria-3722849.html

Florianópolis como a capital da alimentação saudável e da prática de exercícios

Pesquisa coloca Florianópolis como a capital da alimentação saudável e da prática de exercícios
Dados fazem parte de estudo nacional e foram divulgados nesta terça-feira pelo Ministério da Saúde

Enquanto a população brasileira se alimenta inadequadamente e consome gordura saturada em excesso, a população de Florianópolis está no topo da alimentação saudável. Além disso, a capital catarinense tem o melhor índice quando se trata da prática de exercícios. Os dados foram divulgados nesta terça-feira pelo Ministério da Saúde.

Alimentação

De acordo com a pesquisa, Florianópolis lidera o ranking das capitais brasileiras sobre o consumo de cinco ou mais porções diárias de frutas e hortaliças. O índice chega a 25% da população. Neste item, a capital com a pior colocação é Rio Branco (AC) com 11%. Na média nacional, 20,2% da população ingere a quantidade recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que é de cinco ou mais porções ao dia.

Capital do exercício

Outro dado importante divulgado no levantamento do Ministério da Saúde é que Florianópolis lidera o ranking das capitais brasileiras em relação à prática de exercícios. De acordo com o ministério, 41% da população de Floripa pratica atividade física durante o tempo livre. Enquanto isso, a média nacional indica que 30% da população no país faz exercícios.

Na avaliação do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o alto índice está relacionado à oferta de espaços livres no município.

— O desafio no país está em construir mais espaços públicos para a prática de exercícios — avalia.

Padilha destacou ainda a criação das Academias de Saúde, do governo federal. Conforme o ministro, nos locais onde as estruturas foram criadas, o número de pessoas que praticam atividade física aumentou em 30%.

Estudo nacional

Os dados são da última pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel 2011), promovida pelo Ministério da Saúde, em parceria com Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo. Foram entrevistados 54 mil adultos em todas as capitais e também no Distrito Federal, entre janeiro e dezembro de 2011.

O estudo retrata os hábitos da população brasileira e, conforme o ministério, é uma importante fonte para o desenvolvimento de políticas públicas de saúde. Realizado desde 2006, o levantamento aborda itens como tabagismo, excesso de peso, consumo alimentar, atividade física e consumo de bebidas alcoólicas, fatores de risco para doenças crônicas como diabetes e hipertensão.

Fonte: http://diariocatarinense.clicrbs.com.br/sc/variedades/vida-e-saude/noticia/2012/04/pesquisa-coloca-florianopolis-como-a-capital-da-alimentacao-saudavel-e-da-pratica-de-exercicios-3722521.html

Água com problemas na capital gaucha.

Materia da Zero Hora desta Quarta-Feira 04/04/12 fala sobre o problema da água na Capital. Vale a pena conferir!!

Falta de investimento no tratamento de esgoto é uma das causas para sabor e cheiro ruins da água na Capital
Para especialistas, o fenômeno que tomou conta do Guaíba nos últimos dias deve voltar a ocorrer nos próximos anos

O verde que tomou conta do Guaíba nos últimos dias esconde um problema que não deve ter solução a curto prazo.

Além de fatores climáticos e ambientais, especialistas apontam a falta de investimento em saneamento nas últimas décadas no Estado como uma das causas da proliferação do micro-organismo que deu gosto e cheiro à água dos porto-alegrenses. Para eles, o fenômeno deve voltar a ocorrer ao longo dos próximos anos.

A alteração é fruto da multiplicação da cianobactéria, a partir de uma conjugação de fatores como elevação da temperatura e calmaria no Guaíba. O que potencializa essa disseminação são nutrientes como o fósforo, presente no esgoto que desemboca no estuário e nos rios que compõem sua bacia.

Para ilustrar o que vem ocorrendo, o coordenador do Programa de Pós-graduação em Engenharia de Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental do Instituto de Pesquisas Hidráulicas da UFRGS, Carlos André Bulhões Mendes, usa a representação de um prédio com 30 andares e dezenas de apartamentos. Imagine que cada um desses apartamentos produza seus resíduos.

Considere que todo esse esgoto seja despejado em um único lugar, no apartamento térreo do zelador. Pois esse zelador seria o Guaíba, que recebe, além do esgoto não tratado da Capital, as águas carregadas de dejetos produzidos nas cidades, indústrias e lavouras que ficam às margens de rios como Jacuí, Sinos e Gravataí.

— Isso vai se repetir pelos próximos 30 anos. É certo, e não preciso de supercomputadores para saber disso, pois não está havendo investimento suficiente em tratamento de esgoto — avalia Mendes.

Diretor de Recursos Hídricos da Secretaria Estadual do Meio Ambiente, Marco Mendonça reconhece a carência de informações sobre os recursos hídricos gaúchos. Ele afirma que até o ano que vem o Plano de Bacias do Lago Guaíba deve estar concluído, identificando fontes poluidoras e as ações necessárias.

Nos próximos meses, devem ser instaladas estações de monitoramento em 294 pontos no Estado, parte do Plano Nacional de Qualidade da Água.

O problema se espalhou para a região central da cidade

O professor de tratamento de água e esgoto da UFRGS Antônio Benetti cita o exemplo de Estocolmo, capital da Suécia, considerada uma das cidades mais insalubres do mundo no início do século 20 e que hoje é exemplo de sustentabilidade:

— A solução requer controle da poluição das cidades e das indústrias e do que é trazido quando chove lavando os campos, levando fertilizantes.

Enquanto o cenário permanece inalterado, o trabalho em Porto Alegre ocorre em duas frentes. De um lado, o investimento no Programa Integrado Socioambiental (Pisa), que deve ampliar o tratamento do esgoto produzido na cidade.

De outro, a batalha travada pelo Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae) para tornar potável a água do estuário. As zonas mais atingidas pelas algas são as abastecidas pelas estações da Tristeza e do Menino Deus.

Mas por que o cheiro e o sabor persistem?

— Essas algas lançam duas substâncias para se defenderem de outras, o MIB (metil-isoborneol) e geosmina, responsável pelo cheiro de terra da água agora. Usamos o dióxido de cloro para neutralizar essa bactérias e o carvão como esponja para retê-las, mas o odor e o gosto normal da água podem ser alterados — explica Renato Rossi, diretor da Divisão de Tratamento de Água e Esgotos do Dmae.

FONTE: http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/geral/noticia/2012/04/falta-de-investimento-no-tratamento-de-esgoto-e-uma-das-causas-para-sabor-e-cheiro-ruins-da-agua-na-capital-3716298.html

Lixo Plástico

A guerra contra a água mineral
O novo vilão dos ambientalistas não é o líquido, mas o plástico das embalagens.

A água mineral é hoje associada ao estilo de vida saudável e ao bem-estar. As garrafinhas de água mineral já se tornaram acessório dos esportistas, e, em casa, muita gente nem pensa em tomar o líquido que sai da torneira- compra água em garrafas ou galões. Nos últimos dez anos, em todo o planeta, o consumo de água mineral cresceu 145% e passou a ocupar um lugar de destaque nas preocupações de muitos ambientalistas.

O foco não está exatamente na água, mas na embalagem. A fabricação das garrafas plásticas usadas pela maioria das marcas é um processo industrial que provoca grande quantidade de gases que agravam o efeito estufa. Ao serem descartadas, elas produzem montanhas de lixo que nem sempre é reciclado.

O dano é multiplicado por três quando se consideram as emissões provocadas pelo transporte e refrigeração das garrafas. O problema comprovado e imediato causado pelas embalagens de água é o espaço que elas ocupam ao ser descartadas. Só no Brasil, que recicla menos da metade das garrafas PET que produz, mais de 4 bilhões delas viram lixo todos os anos.

Como demoram pelo menos 100 anos para se degradar, elas fazem com que o volume de lixo no planeta cresça exponencialmente. Quando não vão para aterros sanitários, os recipientes abandonados entopem bueiros nas cidades, sujam rios e acumulam água que pode ser foco de doenças, como a dengue.

Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/ambiente/conteudo_262606.shtml

A Purificatta oferece uma solução simples, econômica e ecologicamente correta!
Você pode abastecer a sua embalagem plástica nas máquinas da Purificatta por um custo de até 60% mais barato que a água mineral, e assim contribui para a diminuição da produção das embalagens plásticas e também do lixo plástico.

Hoje se estima que no Brasil as garrafas PETs movimentam um mercado que produz cerca de 9 bilhões de unidades anualmente, das quais 53% não são reaproveitadas. Com isso, cerca de 4,7 bilhões de unidades por ano são descartadas na natureza, contaminando rios, indo para lixões ou mesmo espalhadas por terrenos vazios.

Fonte:  http://www.reciclaveis.com.br/noticias/00711/0071105pet.htm

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