Conheça as consequências dos agrotóxicos nas águas de Santa Catarina

As consequências dos agrotóxicos utilizados indiscriminadamente pelo setor agropecuário podem ser extremamente nocivas. Não apenas para as populações que têm suas redes de água contaminadas, mas também para os ecossistemas atingidos por essas substâncias.

No estado de Santa Catarina, que é reconhecido pela abundância de sua atividade agrícola, pois já está claro como os pesticidas afetam negativamente as pessoas e a natureza, mas um estudo recente trouxe ainda mais luz sobre o assunto!

A seguir, saiba mais sobre os dados levantados recentemente que demonstram as reais consequências dos agrotóxicos, quais ações o poder público já desempenha para sanar o problema e como garantir uma água de qualidade na sua casa.

Confira o alcance e as consequências dos agrotóxicos que contaminam o território catarinense

A fim de compreender as consequências dos agrotóxicos na água consumida pela população de Santa Catarina, o Ministério Público do estado solicitou uma análise de amostras da água consumida em 100 cidades catarinenses.

Coletadas entre março e novembro de 2018, as amostras foram selecionadas com base no padrão entre a venda de pesticidas, cultivo de alimentos e condições gerais de saúde da população.

Entre os municípios incluídos, houveram representantes do Sul, Oeste, Serra, Vale do Itajaí, Norte e Grande Florianópolis.

Por fim, concluiu-se que 22 cidades recebem água contaminada por agrotóxicos em suas torneiras, sendo que 13 delas apresentam mais de um princípio ativo presente em suas redes de abastecimento.

Rio do Sul e Itapema foram os municípios com maiores índices de contaminação, apresentando, respectivamente, 7 e 6 substâncias diferentes em suas águas.

Por mais que os parâmetros da legislação brasileira tratem essa realidade de maneira branda, é preciso ter em mente que nosso país permite dezenas de produtos proibidos em locais que são referência em saúde no mundo, como EUA e União Europeia.

Como se não bastasse, a fiscalização ainda é muito branda e inúmeras substâncias sequer têm sua análise exigida, o que dificulta ainda mais o controle das consequências dos agrotóxicos na população.

Entenda quais medidas estão sendo discutidas para minimizar os efeitos dessa questão

A exemplo de países mais desenvolvidos, que prezam pela saúde de sua população mesmo que em detrimento da influência econômica do setor agropecuário, existe um crescente movimento para a revisão dos parâmetros adotados para as substâncias utilizadas no Brasil.

Uma comissão especial foi montada no Ministério da Saúde para revisar a atual portaria que define quais são os parâmetros aceitáveis para que a água seja considerada potável em uma rede de abastecimento.

No último encontro do grupo, que ocorreu em maio, o foco dos debates serão as consequências dos agrotóxicos, que terão na pesquisa utilizada em Santa Catarina uma nova e sólida base de argumentação!

Descubra como você pode evitar as consequências dos agrotóxicos enquanto o problema não é sanado

Enquanto os representantes do poder público ainda demoram em sanar as consequências dos agrotóxicos no país, você pode adotar medidas para não consumir esse tipo de substância em sua água.

Ao contrário dos filtros de água comuns, que são incapazes de eliminar metais pesados e outros componentes nocivos de pesticidas, os filtros por osmose reversa eliminam a maior parte dos agrotóxicos.

Cada vez mais comuns, eles não se destacam apenas pela qualidade da água que oferecem, mas também pela economia que proporcionam aos usuários, que pode ser de até 60% em relação ao consumo tradicional, e a sustentabilidade de seu uso!

E você, já conhecia as consequências dos agrotóxicos e todos os detalhes que envolvem a discussão? Quer ficar ainda mais por dentro do assunto? Então continue acompanhando as notícias do blog Purificatta!

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