coleta seletiva em condomínio

Coleta seletiva em condomínio: 7 passos para colocar em prática

Embora o conceito de coleta seletiva não seja novidade para boa parte da população, muitas pessoas ainda encontram dificuldade para mudar hábitos arraigados e adotar o procedimento.

A coleta seletiva já é feita em muitos condomínios, colaborando assim com o meio ambiente e contribuindo para o bem-estar e a qualidade de vida dos moradores.

Saiba como funciona a coleta seletiva em condomínios

A coleta seletiva é feita depois da separação prévia dos resíduos nas casas ou apartamentos. Os resíduos coletados incluem materiais recicláveis, como metal, papel, papelão, plástico, caixa de leite e outros, que devem ser separados do lixo comum na hora do descarte. Já os rejeitos não recicláveis são simplesmente descartados em recipiente próprio.

A separação dos resíduos pode ser feita com lixeiras diferenciadas por cor para separação dos diversos materiais (papel, plástico, vidro, metal, embalagem longa vida).

Também é possível fazer a coleta com todos os materiais recicláveis na mesma lixeira. Nesse caso, todo o lixo reciclável é coletado junto e somente é separado durante a triagem feita pela empresa responsável pela coleta.

Para que a coleta seletiva seja bem-sucedida, os moradores e funcionários do condomínio devem ser conscientizados sobre a importância de fazer o descarte corretamente. Desse modo, será possível mobilizar a participação de todos.

Também é necessário planejar a frequência, os dias da semana e os horários de coleta. Desse modo, evita-se o acúmulo de materiais além da capacidade de armazenamento no condomínio.

coleta seletiva condomínio

Veja como fazer a coleta seletiva passo a passo

A seguir, mostraremos como desenvolver a coleta seletiva passo a passo.

1. Elabore um plano de ação

Desenvolver um plano de ação é fundamental para que a coleta seletiva seja bem sucedida. O ideal é que os moradores interessados formem uma comissão referendada em assembleia, que também deverá aprovar a implementação da coleta seletiva. Desse modo, as decisões não ficam tão dependentes do síndico.

2. Avalie a quantidade de coletores necessários

Verifique a quantidade de materiais gerados pelo seu condomínio. Desse modo, você será capaz de avaliar qual é o espaço necessário para acomodar esses resíduos. Segundo dados do Instituto Muda, cada apartamento gera uma média de 100 litros de material reciclável por semana.

Em seguida, defina quantos coletores serão colocados e quais serão os modelos. Uma solução usada por alguns prédios é o uso de contêineres de plástico, equipamento mais adequado para essa função. Os coletores que o condomínio já possui podem ser realocados. Em seguida, faça orçamentos para a compra e instalação dos novos coletores.

3. Defina o local de armazenamento

Para implantar a coleta seletiva, é preciso que caso haja no condomínio espaço e condições adequadas. Dependendo do tamanho desse espaço, será possível saber quantas coletas serão necessárias por semana.

Esse local deve ser de fácil acesso tanto para os funcionários do prédio quanto para aqueles que irão retirar o material. A norma dos bombeiros proíbe a disposição de qualquer objeto na passagem das escadas. Por isso, a disposição mais adequada para os coletores é que sejam colocados próximos aos elevadores de serviço, no subsolo ou nas proximidades da garagem.

4. Escolha quem será responsável pela coleta

O condomínio deve definir quem será o responsável por retirar periodicamente os resíduos do prédio. Os funcionários irão retirar o material reciclado dos apartamentos ou haverá uma lixeira grande para os próprios condôminos depositarem ali os resíduos?

A própria Prefeitura pode se responsabilizar por recolher periodicamente os resíduos do condomínio. Caso não seja possível, uma opção é contratar uma empresa de coleta ou buscar parceria com cooperativas para retirada do material. Outra solução é levar os resíduos para os Postos de Entrega Voluntária (PEVs) mais próximos.

coleta seletiva condomínio

5. Faça treinamento com funcionários e moradores

Após definir quais materiais serão coletados, os funcionários envolvidos na limpeza devem ser orientados a não misturar os sacos de diferentes tipos de resíduos.

O ideal é que tanto moradores quanto funcionários recebam um treinamento sobre como fazer o descarte dos resíduos corretamente.

Os funcionários envolvidos também devem utilizar equipamentos de segurança adequados. Desse modo, será possível evitar ferimentos e ocorrências mais graves. O condomínio também deve fornecer aos funcionários pagamento extra por insalubridade.

6. Cuide da limpeza do ambiente

O ambiente de coleta deve estar sempre limpo e fechado para evitar o mau cheiro e a entrada de ratos, baratas, mosquitos e outros animais.

Também é preciso tomar muito cuidado com papéis e plásticos, pois esses materiais são de alta combustão e podem causar incêndios.

7. Comunique os resultados aos moradores

O condomínio deve estabelecer diversas maneiras de comunicação para informar os moradores sobre o andamento da coleta seletiva. Podem ser utilizados site, mídias sociais, e-mails e quadros de avisos colocados em áreas comuns.

Perceber os resultados alcançados poderá ajudar os moradores a se sentirem motivados a realizar a coleta seletiva. Portanto, todos devem receber informações sobre a quantidade de material coletado. Por isso, é importante monitorar os resultados do trabalho realizado.

Veja a importância de reutilizar as embalagens de água

Utilizar recipientes de água mineral descartáveis também pode causar um grande impacto ambiental em longo prazo. Ao reutilizar os recipientes, você reduz o descarte de lixo plástico e ajuda a preservar o meio ambiente.
Uma ótima maneira de se conseguir água de qualidade e evitar o descarte desnecessário de garrafas plásticas é utilizar as estações de água compartilhada. Elas oferecem água de qualidade a um preço mais acessível e possibilitam o reaproveitamento das embalagens.

Esse serviço já é muito comum nos EUA e na Europa e está disponível também no Brasil. Além disso, uma das grandes vantagens desse sistema é a economia – a água tratada tem custo até 60% menor em comparação com a água mineral.

processo de Osmose Reversa

Para garantir a qualidade da água, a máquina de purificação da Purificatta possui seis filtros de purificação. Diferentemente dos outros tipos de tratamento, a água passa por uma membrana de osmose reversa, que retira a maior parte das impurezas. Outra etapa importante é a de lâmpada ultravioleta, que faz a esterilização e eliminação de bactérias.

Como vimos, a coleta seletiva em condomínio pode ser implantada sem grandes dificuldades e com ótimos resultados. Afinal, ela possibilita economia de recursos naturais e muitos benefícios para o meio ambiente.

Você gostou desse artigo? Quer saber mais sobre como as estações de tratamento de água Purificatta são usadas em condomínios? Então acesse este folder e saiba tudo sobre o assunto!

Compartilhe

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn

Assine nossa Newsletter!

Leia Também